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Mística, “funkeira” e cheia de disposição; Doechii fez acontecer no Lollapalooza

Ela vai ter que voltar ao Brasil.

O Brasil conquistou Doechii. E podemos dizer que o contrário também pode ser verdade. Na noite anterior ao show quente que fez no Lollapalooza, na sexta-feira (20), dançou e se divertiu na festa da Batekoo preparada especialmente para ela. Sentiu-se em casa. Veio para honrar o compromisso que tinha com os brasileiros desde 2024, quando cancelou sua participação no Afropunk.

No mood “cigana tropical”, ela veio com a vontade de quem esperava ansiosamente para fazer aquilo. Do palco Budweiser fez o seu Tsara [uma espécie de quarto]. Armou a “tenda” com diferentes tecidos. Cores não faltaram, muito menos disposição e energia.

Muito enviesado pela apresentação icônica no Tiny Desk, esperava a presença da banda formada por mulheres. Isso não aconteceu. Na companhia dela, apenas as dançarinas. Para acompanhá-la é necessário preparo. Poucas vezes parou. Bebeu água nas introduções em vídeo feitos pela personagem (a mesma) “Mr. Chi Chi Tarot”. Conversou com o público. Aproveitou todo espaço disponível. Esperava-se também que convidasse uma das MC’s que se encontrou na noite anterior. Talvez Ebony ou Tasha & Tracie. A expectativa noa foi atingida.

Quase que na sala de casa, Doechii fez o que todos esperavam. Sem efeitos visuais, tudo ficou por conta do carisma, das expressões, da presença e disposição. Não teve troca de roupas. O que se viu foi uma artista comprovando o porque é uma das mais aclamadas do rap nos últimos dois anos. Suas atitudes têm uma certa influência de Lil Kim. Tem malícia e sensualidade, mas não apenas. Sabe muito bem o momento certo que precisa se impor ao microfone. O rap está ali na base. Porém, conversa com o pop.

Em apenas dois momentos apelou para a tecnologia. Usou alguns jogos de câmera, principalmente em “Anxiety”. Deitou numa cama e foi captada de cima para baixo, dando a sensação de estar sendo observada. O seu maior desafio, talvez, foi conseguir cativar um público que aguardava a headliner da noite, Sabrina Carpenter. Conseguiu. “Denial Is a River” foi o ponto alto. Leques bateram e os versos foram repetidos pela multidão.

Outra estratégia foi usar a cultura BR, que não estava apenas presente no figurino praiano – apesar dela estar em SP -, mas também nos remixes dos funks daqui. Uma carta na manga muito usada que sempre conquista os brasileiros, da mesma forma quando ouvem um obrigado dito por quem é de fora. Talvez ela tenha que voltar. Por ela e pelos fãs.

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