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Na Troca de Rima

No seu primeiro álbum, grupo formado por André Sagat, Caprieh, Eri Q.I., Zoio 3D e DJ Julião busca no boom bap inspiração lírica e sonora.

Uma festa organizada pelo mch em 2019 na Zona Leste de São Paulo foi primordial para que André Sagat, Caprieh, Eri Q.I., Zoio 3D e DJ Julião se unissem para desenrolarem as primeiras ideias do que viria a ser o Troca de Rima.

“Foi muito foda porque fizemos tudo sem ensaio, sem combinar nada. Foi de fato uma troca de rimas. Cada um fez seu verso em cima de diversas batidas, tipo um mashup”, lembra Sagat ao RAPresentando na conversa via Zoom. “Muitos ali nunca tinham subido num palco juntos. A química foi da hora. No final, a gente ficou comemorando. E a ideia de criar o grupo surgiu ali mesmo. Como a gente já se conhecia, combinamos de fazer uma música”’.

O que era para ser apenas um experimento se transformou em algo maior. Os trabalhos iniciaram oficialmente em 2020 com “Sobrevivi”. Pela boa recepção, a música puxou um fio que trouxe várias outras. Quando pararam para contabilizar, eles tinham 10 músicas prontas.

Já com a engrenagem funcionando, planejaram o álbum para 2021, porém, os vários problemas causados pela pandemia atrasou o processo.

 

 

O grupo decidiu manter a identidade sonora do período que foram iniciados no rap, os anos 90 e 2000, apesar de na visão deles as batidas comandadas primordialmente pela caixa (clap) e o bumbo, com inserções de samples e riscos do DJ, não ser o que está batendo no ouvido da geração atual. “No mainstream tem pouco, mas no underground o boom bap tá comendo solto. É esse som que a gente gosta de fazer”, observa.

Essas características estão presentes nos mais de 31 minutos do disco de estreia, lançado no início de 2022, que tem no seu título (“O Chamado”) uma espécie de missão que os 4 MC’s e o DJ aceitaram. Isso reflete tanto na musicalidade quanto nas letras, que foram arquitetadas e lapidadas com muito cuidado para atingir o maior número possível de pessoas, sem nenhuma restrição.

“Somos de uma época que o Hip Hop era uma festa, mas uma festa responsa, que colava todo mundo da quebrada. Hoje em dia virou um nicho de uma faixa etária bem restrita, de 16 a 24 anos, que é onde se concentra a maior parte das pessoas nas festas. E os temas estão voltados nessa realidade”, afirma André. “A gente tem a necessidade de resgatar uns temas bons dos anos 90 e 2000. O chamado é sobre a música, o dom, a vocação e o amor que você sente por aquilo. É uma mistura de tudo isso no caldeirão. É uma celebração, um tipo de mensagem que eu sinto falta de ouvir e não é o status quo, não é o normal”.

Para chegar no resultado final sem desviar dos propósitos, alinharam as visões para que a mensagem não chegasse ao receptor com ruídos. Por serem 5 cabeças pensantes, cada um teve que deixar de lado o ego em prol do coletivo. Esse exercício de abrir mão pelo objetivo central, tornou-se essencial para que o projeto fosse viável.

 

 

“A gente se deu muito bem, porque não teve vaidade. Para trabalhar em grupo você tem que abdicar de muita coisa. Você tem que abri mão, ser humilde no sentido original da palavra. Se você não tem maturidade pra entender isso, o grupo não anda e acaba. No troca de rima, tá todo mundo calejado. Por isso, deu certo e foi muito tranquilo.

A experiência, vivência e posicionamentos também foram importantes para que a intenção do Troca de Rima não fosse simplesmente fazer um trabalho igual ao rojão, que explode, empolga e logo acaba. Querem que esse (e outros que virão) seja comparado a uma obra de arte que, mesmo não tendo apelo comercial ou impacto visual, será admirada para sempre.

Pra nós, a música é o legado que vai permanecer. Que daqui 20 – 30 anos alguém descubra essa música e pense: “mano , esse bagulho aqui é bom e isso vá passando de geração em geração. Eu quero que isso não se perca”.

 

 

Indicamos também: Em livro, MV Bill narra histórias pessoais e os bastidores do rap BR. Leia AQUI.

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