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Stella quer mostrar que poetas também fazem música

No EP “A Fim”, ela faz uma espécie de spoken word, declamando por cima de batidas de rap, produzidas por Dry.
Foto: @maviretrata

“Eu escrevo em voz alta. Tenho essa ânsia por vociferar as palavras. Minha vontade sempre foi transformar poesia em música para valorizar a oralidade, o ritmo, o grito”. Quem afirma é Stella, poetisa que transforma sua palavra em sons. No EP “A Fim”, ela faz uma espécie de spoken word, declamando por cima de batidas de rap, produzidas por Dry. “Esse trabalho nasceu da urgência de recontar a própria história antes que o silêncio fizesse isso por nós”, observa. “É sobre o poder de continuar mesmo quando tudo parece chegar ao fim. É criativo, vulnerável e espirituoso”.

Toda a estrutura foi desenvolvida ao longo da pandemia como parte de uma jornada ritualística da artista. Stella considera que essa foi uma travessia de reencontro consigo mesma. Unindo uma estética industrial com versos de confissão e enfrentamento, a intenção é fazer com que o desconforto das letras se transforme em pulsação pela intensidade dos beats. “Dançar no desconforto, beijar o inóspito, cantar com o silêncio.” O objetivo dela não é disputar o lugar de cantora. “Quero mostrar que poetas também fazem música”, afirma a sergipana que ganhou destaque na literatura com o livro de poesia KIZILA (2022), em que aborda as dores e potências do corpo preto e travesti.

Para além das músicas, o projeto se complementa com o visual. A capa, com direção de arte de Ruan Araújo, direção criativa de Luli Morante e fotografia de Mavi Retrata, usa técnicas de glitch art, colagem digital e pixel sorting para traduzir a fusão entre humano e máquina. Também ganhará uma versão em vídeo dirigido por Sarah Ahab [com estreia em 25 de novembro]. A captação foi realizada em diária única, utilizando uma textura de vídeo VHS, iPhone e câmera 3D Kinect. “Não era sobre roteirizar o movimento, mas registrar o corpo quando ele não sabe que está em câmera”.

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