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Entre o jazz e o rap de Joabe Reis

Aclamado na Europa, o trombonista brasileiro é também curador do Festival Jazz na Serra.
Foto: Thais Vandanezi

“Tudo que foge ao combinado é jazz”. A afirmação reflete muito bem as características do seu emissor, o trombonista e produtor Joabe Reis. Fugir do que está determinado é uma de suas virtudes musicais. Por isso, o que tem produzido, seja no estúdio ou nos palcos, não se encaixam nos padrões tradicionais do que tem sido feito no Brasil . “As minhas melodias têm influência do funk, do neo soul e do hip-hop”, observa. “Mas a liberdade criativa de improvisação e de criação em tempo real das melodias, das composições e de tudo que nasce em cima do palco é jazz”. Ele tem mergulhado cada vez mais fundo na estética que une a improvisação instrumental com a poesia das ruas, que também nasceu a partir do improviso: o rap.

“Isso sempre foi uma combinação muito importante para me comunicar com outros públicos, me conectar com outras pessoas que, de certa forma, não estão acostumadas”, diz. “É uma conexão estratégica que tem o objetivo de alcançar outros lugares”.

Um dos exemplos é “Drive Slow”, uma música 50/50, que começa completamente instrumental, vai para as rimas do Zudizilla, o trombone sai de cena e retorna depois com a improvisação. Nessa, ele tem a presença do trompetista Theo Crocker. Na visão de Joabe, ele é um dos que tem se destacado ao redor do mundo ao fundir elementos do hip hop com jazz. “Ele vem ocupando um espaço deixado pelo Roy Hargrove, desde o falecimento dele (em 2018), e ao mesmo tempo, outros trompetistas de destaque que tocam essa onda fusion”, reflete. “Na minha visão, nenhum trompetista abraçou esse lugar que era do Christian Scott, antes de mudar de direcionamento, inclusive o nome (Chief Xian aTunde Adjuah ) e do Roy”. Ter Crocker como parceiro mostra a relevância que Joabe tem conquistado globalmente.

 

 

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OFF
“VIVER DE UMA FORMA IMPROVISADA TAMBÉM É FAZER JAZZ”.

 

Ter lotado uma das casas mais icônicas do jazz em Londres, tendo Lianne La Havas como espectadora também ressalta a atenção que sua música vem ganhando na Europa. “O maior frio na barriga que eu tive foi de entrar no Ronnie Scott’s pra fazer um show com todos os ingressos esgotados”, fala orgulhoso pelo feito. “Isso pela importância da história do lugar. Simplesmente os principais nomes do jazz mundial tocaram lá, todos”. A visibilidade da obra dele pode aumentar ainda mais por causa dos passos ousados que tem dado.

Paralelo às atuações ao vivo, incluindo o projeto Dejavu Sessions,em que convida 11 músicos para uma jam, Reis está finalizando seu terceiro álbum, que deve chegar até o final de 2025. Ao mesmo tempo é o responsável pela curadoria do Festival Jazz na Serra, realizado entre os dias 22 e 23 de agosto em Santo Antônio do Pinhal, interior de São Paulo. Para esta edição, ele convidou diferentes nomes do jazz e da música instrumental brasileira, de Hamilton de Holanda a Ellen Oléria, passando por Thiago Espírito Santo, Sentia Piccin, Trio Corrente, Salomão Soares e Vanessa Moreno.

“Eu fiquei muito feliz quando o Pedro Pimenta me convidou para estar na curadoria. Pedro é muito importante para a cultura brasileira por incentivar tantos projetos de música pelo Brasil e apoiar tantas causas importantes, principalmente instrumentais, em lugares que estão fora dos grandes circuitos”, ressalta. “Santo Antônio do Pinhal, no Interior de São Paulo, é um lugar onde para que a população local assista um show de jazz desse porte, vai ter que se deslocar até São Paulo ou até algum festival que esteja acontecendo pelo Brasil afora. Então, dá oportunidade também para a população local ter acesso a esse tipo de show. Com certeza, o Jazz na Serra vai ser daqui um tempo um festival importante a nível nacional. É um festival de jazz em que o jazz de fato tem prioridade ali na parte musical”.

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