no RADAR: Jeferson Devon, Joe Fyah, Kaito, Gustavo Treze & Kirie

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Toda semana recebemos uma infinidade de materiais de artistas emergentes. Alguns se destacam mais que outros. A redação do RAPresentando confere tudo que chega. Encontramos muitas pérolas prontas e outras brutas, que precisam ser lapidadas. Mas todos merecem uma oportunidade. Então decidimos criar a coluna no RADAR, a segunda dedicada aos “novatos”.

Diferente do RAPr Rookies, no RADAR vamos mostrar semanalmente o material de vários artistas. E caso eles tenham seus projetos no Spotify, estarão presentes na playlist homônima que será criada nas próximas semanas. Nesta primeira edição, compartilhamos o trabalho do baiano Jeferson Devon (membro do N’ativa),

Jeferson Devon – Cais

Paralelo ao grupo N’ativa, Jeferson Devon iniciou seu trabalho solo. O primeiro single da empreitada do MC baiano é “Cais”, que recebe a participação da  cantora Maria Alice. Devon diz que sua obra aborda “uma relação amorosa aparentemente conflituosa, fazendo referências também ao filosofo existencialista Jean-Paul Sartre em um dos versos e ao conceito de amores líquidos, do sociólogo e filósofo Zygmunt Bauman”.  “É um grande paradoxo do sujeito pós moderno, carregado de incertezas e inseguranças, uma relação com o tudo e nada ao mesmo tempo, com o amor e o ódio, simultaneamente”, observa ele.

Joe Fyah – Virar o Jogo

Da cidade mais gangsta do rap (Campinas), Joe Fyah mostra sua revoltado com a repressão policial. Em “Virar o Jogo”, ele reflete a “realidade dos cidadãos que diariamente se deparam com a situação: ‘homens da lei’ tocando o terror nas comunidades. Joe Fyah faz um discurso libertário. Fala das verdades sem medo. 

Kaito – Made in Japan

Kaito está arquitetando um EP. “Made In Japan” é o single primário. Kaito explica que a canção foi a forma de expressar sua atual fase. “As linhas trazem um toque de humor e, ao mesmo tempo, posicionamentos sérios diante de vivências observadas”, diz. “O meu flow é leve e suingado de Kaito, característico do trap e sua capacidade de envolvimento”.

 

Gustavo Treze – Fé Pra Tudo que é Lado

O Gustavo Treze é o DJ do Ceia, selo do Don Césão. Mas está iniciando sua carreira de MC. E “Fé pra Tudo que é Lado”, com participação de Djonga e Clara Lima, é a música primária dele. Ela é “uma ode à autoestima, uma resposta à inveja”. A produção é assinada por Go Dassisti. Muito em breve, Treze pretende soltar seu EP de estreia.

Kirie – 13 de Maio

“13 de maio” é a autobiografia de Kirie. “Queria marcar minha vida e consequentemente a vida de outras pessoas ao fazer 30 anos de idade”, diz ele. Produzida por Rogério Sarralheiro (Templo Soul), a música fala de luta e conquista, e faz uma analogia entre o dia da “abolição da escravatura” no Brasil e a vida de Kirie na periferia de São Paulo.

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