Documentário de detetive revela detalhes sobre as mortes de TUPAC e NOTORIOUS BIG

Passados quase 20 anos dos assassinatos de Tupac Shakur e Nothorious B.I.G, o documentário Murder Rap: Inside the Biggie and Tupac Murders, dirigido por Michael Dorsey, aponta algumas pistas sobre os verdadeiros responsáveis pelos crimes. Baseado no livro homônimo do detetive aposentado da polícia de Los Angeles Greg Kading, responsável por iniciar as investigações dos casos em 2006, o filme traz a tona dados das perícias e depoimentos de pessoas próximas aos artistas, testemunhas e investigadores.

As apurações de Kading, segundo o jornal britânico The Guardian, resultaram na descoberta de alguns indícios: Orlando Anderson, um membro da gangue Crip Compton, foi quem atirou contra Tupac. A testemunha-chave foi o tio de Anderson, conhecido como Duane Keith “Keffe D” Davis. Ele alega que, durante uma festa, Sean “Puff Diddy” Combs ofereceu cerca de U$ 1 milhão de dólares para assassinar 2Pac e Suge Knight; já o autor da morte de Biggie teria sido Wardell “Poochie” Fouse, membro da Bloods. Os investigadores encontraram “provas” de que ele recebeu U$ 13 mil dólares de Knight, então magnata da Death Row Records, para fazer o “serviço”. Neste caso, a testemunha foi uma das ex-companheiras de Suge – que teve seu nome mantido em sigilo.

Em entrevista ao Guardian, Kading afirma não ser simples incriminar alguém sem evidências. Ao ser perguntado se Suge Knight ordenou o assassinato de Biggie em retaliação pela morte de Pac, ele diz que “foi uma evolução dos acontecimentos”. “Não é realmente simples no sentido de que há diversas coisas acontecendo em diferentes níveis. Existia o conflito Suge Knight X Sean Combs. Existia o conflito Tupac X Biggie. Existia o conflito Crips X Bloods”, diz ele. “Mas, a ideia de que este grupo matou aquele grupo por causa de um conjunto contínuo de circunstâncias: sim, isso é simples“.

Diddy nega envolvimento. Suge, atualmente na prisão sob a acusação de assassinato, não pôde ser ouvido. Anderson e Poochie foram mortos (em incidentes sem qualquer relação com os casos). Por conta de assuntos relacionados à outra investigação do departamento, Greg Kading afastou-se do caso, sendo exonerado na sequência. No final das contas, ele se aposentou e todo trabalho foi encerrado em 2011. Ainda em 2016, Murder Rap: Inside the Biggie and Tupac Murders entra na programação da Netflix.

Veja o trailer:

Share

Kommentar hinterlassen

E-Mail Adresse wird nicht veröffentlicht.


*


Share
Share